Um cidadão brasileiro está em evidente situação de tortura física e psicológica diante do Brasil e do mundo. Um homem que não matou, não estuprou, não roubou. E nem mesmo se tivesse cometido crimes poderia ser sujeito a esse tratamento. Bolsonaro está sendo punido por suas virtudes em um processo político. Sendo julgado por adversários políticos, alguns deles acompanhantes de banqueiro corrupto em degustação de whisky em Londres.
Bolsonaro é um ex-presidente da República. Estamos em uma sociedade em que a informação circula livremente e não há viva alma que não saiba o que está ocorrendo. E mesmo diante de uma evidente arbitrariedade, a nação assiste inerte a ela. Uma parte por se regozijar de ver um adversário sofrer. A maior parte por indiferença ou covardia.
O fato de Bolsonaro ser um ex-presidente não o faz merecedor de melhor tratamento que nenhum outro cidadão. E nem pior. Mas se o Estado faz isso com um dos brasileiros mais notórios diante das câmeras, ao vivo, de forma ostensiva, contínua e escandalosa, o que não fará com o brasileiro comum?
Que país é esse que estamos construindo? Uma sociedade da barbárie, um Estado em que o chefe de Governo e seus auxiliares trabalham ostensivamente para que um Estado estrangeiro não classifique terroristas internos como terroristas, o que já deveria ter sido feito pelo próprio Brasil.
E a nação assiste a tudo de braços cruzados junto com a maioria absoluta de seus representantes: deputados estaduais, federais, senadores. Quantos deputados estão defendendo a sociedade do arbítrio de uma ditadura de toga? Tirando Helio Lopes, Julia Zanatta, Carol de Toni e mais uma meia dúzia: quantos mandatários eleitos por Bolsonaro têm peito de comprar o barulho dos injustiçados do 8 de janeiro, dentre eles Jair Bolsonaro?
Quem não está na linha de frente gritando todos os dias contra essa barbárie não pode continuar com mandato? Se não tem independência para peitar o Supremo e defender as garantias, direitos e liberdades fundamentais, não pode mais continuar na cadeira de deputado e senador. Demitam-nos em outubro.
E não me venham com conversinha fiada de que é preciso ser político e diplomático. O que a política fez até agora pela anistia? O que o agir diplomático fez com o Brasil nos últimos 3 anos a não ser entubar impostos, aumento do custo de vida, corrupção e arbítrio?
LIBERTEM BOLSONARO! Esse não é um grito por um homem, mas pela sociedade brasileira. Libertar Bolsonaro e os demais injustiçados do 8 de janeiro, inclusive os que cometeram vandalismo e já pagaram com juros e correção pelos seus erros.
LIBERTEM BOLSONARO! Porque libertar Bolsonaro é mostrar que a sociedade não tolera perseguição àqueles que a defendem. Libertar Bolsonaro e todos os julgados pelo 8 de janeiro é um gesto de justiça e divórcio com essa realidade de barbárie que o Brasil vive em que os justos pagam e os pecadores vivem bem. Em que os bandidos mandam e os homens de bem obedecem. Em que o poste urina no cachorro o tempo todo.
Brasileiros, não podemos mais ser covardes. Chega de inércia! Bandidos matam nossa gente nas ruas das grandes cidades. Não podemos andar com um celular nas mãos. O Estado leva 50% da nossa renda, toma conta de nossas vidas e não nos dá nada em troca, exceto perseguição aos homens e mulheres de bem e àqueles que nos defendem.
Passou da hora de inverter o jogo e reagir contra o arbítrio. Não temos sangue de barata. O Brasil é nosso. O Brasil não é do PT, não é da China, não é do PCC ou do Comando Vermelho. O Brasil é dos brasileiros honestos e trabalhadores.
Libertem Bolsonaro!