Após quatro anos perdidos para a economia brasileira com o Governo Lula da Silva e as medidas econômicas de seu incompetente ministro Haddad, um eventual novo governo (favorável ao país) terá um enorme desafio pela frente.
Porque não é que o Brasil estagnou com o Lula 3: nós retrocedemos. E com a “arma” da reforma tributária aprovada pelo Congresso, o PT concluirá seu projeto de destruição da classe média, transformando o Brasil num país com 99% de pobres e 1% de muito ricos.
Foram 4 anos de juros altos, vida boa para especuladores e rentistas (o 1% mais rico), números suspeitos divulgados pelo IBGE, farra de nomeações, explosão da dívida pública e do custo de vida, estatais com prejuízos bilionários e radical diminuição do poder de compra do trabalhador.
Para começar a re-arrumar a casa, em um eventual governo, Flávio Bolsonaro pretende adotar algumas medidas como:
* Ajuste Fiscal Estruturado: Implementar uma redução de despesas na ordem de 1,5% do PIB, utilizando revisão de gastos e auditoria de benefícios fiscais para restaurar a confiança e o equilíbrio das contas públicas.
* Corresponsabilidade entre Poderes: Instituir uma instância de governança que traga o Legislativo e o Judiciário para o debate orçamentário, garantindo corresponsabilidade real na expansão de gastos.
* Gestão Inteligente de Ativos: Monetizar e profissionalizar a gestão dos ativos da União (estimados em R$ 3 trilhões), muitos dos quais encontram-se hoje abandonados ou subutilizados, revertendo os recursos para o abatimento da dívida.
* Modernização das Estatais: Priorizar a eficiência na gestão das empresas públicas. A privatização será vista como uma consequência da ineficiência, e não como objetivo único, focando primeiro em “arrumar a casa” e fortalecer a gestão antes de qualquer decisão de mercado.
* Caixa Econômica como Motor de Desenvolvimento: Reposicionar a Caixa para atuar como um banco de fomento voltado ao pequeno empreendedor, oferecendo crédito, orientação e inclusão financeira.
* Choque de Desburocratização: Eliminar gargalos burocráticos e privilégios, simplificando a máquina pública para melhorar o ambiente de negócios e fazer a engrenagem estatal voltar a funcionar.
* Essas informações foram dadas pela assessora econômica de Flavio Bolsonaro, a Sra. Daniella Marques, em entrevista ao jornal governista O Globo.